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Uma Sessão Atribulada

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Foi em 1986, estávamos na casa de uma amiga, eu com 16, um amigo de nome Marcelo, sua namorada Bia, um rapaz de nome Nilson hoje pastor e mais duas pessoas que não eram tão amigas, mas estavam lá nesse dia. 

Começamos a jogar ouija e é assim que tem de ser, como se fosse um jogo, quando você começa a "mexer" com isso as recomendações dizem para que se trate como um jogo. 

Na primeira pergunta tudo bem, perguntámos se havia algum espírito presente, a resposta foi positiva, mas o copo tinha muita força, diferente de qualquer outra vez que tínhamos jogado e ficou esquisito, pois estava um olhando para outro, como se tivessem empurrando o copo, quando de repente veio uma voz da sabedoria, alguém esta empurrando o copo, todos disseram que não a mesma pessoa que hoje já não me lembro quem foi, disse, tirem as mãos para gente ver. 

Então tiramos a mão e foi dito assim, não falei que estavam empurrando, a frase nem bem acabou, o copo voou na parede, mas não como se arremessasse ele e sim de uma forma diferente, pois quando se chocou com a parede, ele não se quebrou, tornou se pó, simplesmente pó de vidro, quão grande foi a pancada! Ficámos na sala, pois estávamos jogando na cozinha, até o dia amanhecer, para podermos ir embora. 

Ninguém de nós fez comentário algum com o outro, até nos dias de hoje, quando nos vimos, nunca se fala a respeito. 

Tenho vários relatos sobre a ouija, e posso afirmar, de que não é uma boa coisa a se fazer...
 
Enviado por: Anónimo
 
Submetido em: 19/11/2006 

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